Nossa Cidade, Nossa Luta
Prezados leitores deste importante instrumento de comunicação, o “Espaço 10”,
Honrosamente, fui convidado novamente para escrever sobre temas que pulsam em nosso cotidiano, oferecendo pontos de vista e abordando assuntos de interesse local que abrem perspectivas de debates para o futuro. É tempo de celebração…
Pois bem! Todos que me conhecem sabem o quanto se fez e quão complexa é a minha história nesta nossa querida Matão — cidade onde meus ancestrais maternos aportaram ao virem da Itália, os saudosos membros das famílias Mauri e Viscardi.
Sou o Cidinho: menino da periferia, cortador de cana na adolescência, metalúrgico, dirigente de comunidade e pastoral da Igreja Católica, dirigente sindical e vereador pela sétima vez. Além disso, há alguns anos, presido a Associação dos Aposentados e Pensionistas de Matão e Região. Atualmente, sigo no exercício da vereança e atuando na advocacia.
A partir desses pilares, para refletir sobre o cotidiano de nosso meio, temos que saber, de início, que não somos uma ilha. Por mais que alguns não queiram conceber, somos parte de um todo. Com nossas especificidades como município, dependemos, consequentemente, do cenário regional, nacional e, por que não dizer, mundial.
É evidente que as decisões norte-americanas, as guerras contemporâneas entre nações e as políticas externa e interna impactam nossas vidas. Se olharmos para o cenário macro, o universo pode parecer assombroso, mas são inegáveis os muitos acertos aplicados em favor do nosso desenvolvimento. Vivemos um cenário com um dos menores índices de desemprego do Brasil. Estamos em um tempo de oportunidades para que jovens sigam em estudos técnicos e universitários. Avançamos na distribuição de renda e conseguimos aprovar no Congresso Nacional o alívio tributário aos que ganham menos, o que gera impacto direto em nossa comunidade.
No âmbito municipal, percebemos haver mais sensibilidade. Há um empenho imprescindível das forças vivas para garantir o desenvolvimento econômico com equilíbrio social. Vemos isso nos acertos dos agentes políticos que governam a cidade, bem como do setor econômico produtivo, na luta incansável para termos uma comunidade desenvolvida sem perder a valorização humana.
Finalizando, lembro que não estou mais apenas no tempo do “Cidinho da São Francisco” — minha comunidade da qual ainda participo nas celebrações —, pois tenho me debruçado, nos últimos anos, na pauta das pessoas idosas, aposentados e pensionistas. Essa luta é grande.
Temos que cuidar para não perdermos mais direitos, seja no aspecto econômico ou em políticas sociais. Precisamos, inclusive, protegê-los de criminosos que, às vezes até com a complacência de familiares, causam a muitos idosos enormes prejuízos financeiros e, consequentemente, na saúde física e psíquica.
Vamos juntos! Feliz e Santo Natal a todos e todas!

Vereador Cidinho,
é Advogado e Presidente da Associação dos Aposentados